Sexta-feira, Março 20, 2009

Linguagens que rodam na Java Virtual Machine



É conhecido por todos que trabalham com a tecnologia Java, que existem outras linguagens que conseguem compilar para o bytecode Java e portanto podem ser executadas através da Java Virtual Machine (JVM).

Neste link tem uma extensa lista de linguagens executadas na JVM. Basic, Pascal, Prolog e LOGO são algumas das linguagens encontradas. Até mesmo o C# (via Grasshopper) pode ser executado na plataforma Java.

Mais do que uma simples curiosidade e além do interesse acadêmico, essas linguagens demonstram a enorme flexibilidade da tecnologia Java. O mais útil em minha opinião são as linguagens de script que podem aumentar a produtividade de aplicações específicas.

Entre as linguagens de script que constam no site citado, está a CajuScript, desenvolvida no Brasil e que tem inclusive uma curiosa sintaxe em português. Embora eu não goste de traduções de comandos como o que existe no VBA do Office nas versões em português, essa característica opcional do projeto CajuScript é pitoresca e vale a pena uma olhadinha.

Terça-feira, Dezembro 16, 2008

Mapeie sua mente, mas mantenha-a livre


Estou utilizando o aplicativo FreeMind para controlar minhas atividades de projetos. Trata-se de um software livre para desenhar mapas mentais.
Mapas mentais são diagramas de formato livre onde definimos elementos e associações entre elementos. Utilizam fartamente recursos gráficos para criar uma representação das relações cognitivas que desenvolvemos em nossa mente. Assim sendo podemos escrever com letras maiores ou com cores mais fortes os conceitos mais importantes, desenhar com mais destaques alguns relacionamentos, associar imagens aos conceitos, etc... A proposta é que esses diagramas reforçam e estimulam a atividade cerebral, sendo uma representação mais natural do que vai pela nossa cabeça.
Mapas mentais não precisam do computador para serem feitos, de fatos é um conceito que precede a era dos computadores pessoais e é muito utilizado por muitas pessoas, utilizando-se recursos mais tradicionais como papel e tinta ;)
O uso dos computadores no facilita as alterações e o reaproveitamento de partes de um mapa em outro, no entanto sempre impõe algumas restrições no tratamento gráfico, ou por deficiência do software ou por um maumento na complexidade de operação.
O FreeMind está longe da perfeição, mas é um bom aplicativo com uma grande quantidade de recursos. É feito em Java, rodando igualmente bem em Windows e Linux. No início me incomodou um pouco a forma hierárquica que ele imprime ao diagrama, pois parte de um nó inicial (nó pai) e cresce pelo acréscimo de nós filhos, formando uma estrutura de árvore. Porém a possibilidade de fazer links cruzados entre elementos de hierarquia diferente (formando verdadeiramente uma estrutura de rede) consegue compensar essa deficiência, mesmo que os fráficos gerados ainda fiquem com uma forte hierarquização.
É um método muito bom de se fazer anotações e eu recomendo tanto o método dos mapas mentais quanto a ferramenta FreeMind.

Quarta-feira, Novembro 19, 2008

Pneu sem pneu...


O nome que damos à parte de borracha das rodas dos automóveis é pneu em referência ao colhão de ar comprimido que sustenta sua forma. Pneu é forma reduzida de pneumático, adjetivo referente à utilização de ar comprimido.

As "rodas pneumáticas" surgiram ainda no início da indústria automobilística porque davam mais estabilidade e menos trepidação do que as primeiras rodas com borracha maciça. junto com os pneumáticos surgiu o eterno problema do pneu furado e o serviço de borracharia (para consertar o pneu furado).

Pois todas essas coisas estão prestes a se tornarem ecos do passado, com o surgimentos de uma nova tecnologia que substitui o ar comprimido por anteparas de plástico flexível. São pneus não pneumáticos, portanto tecnicamente não são pneus...

Vê-se portanto que seu impacto não é apenas tecnológico, mas também linguístico.

A foto do protótipo acima foi obtida neste link e a foto abaixo neste outro aqui.

Segunda-feira, Novembro 17, 2008

Ubuntu


Este fim de semana instalei a nova versão o Ubuntu (8.10 - "Intrepid Ibex") em uma partição de meu notebook.
Esta versão foi lançada no mês passado (ver aqui um resumo das versões do Ubuntu) e eu estava de olho nela por causa de algumas dificuldade que vinha tendo com a configuração da placa wireless.
Ganhei o notebook de presente de meus pais a algumas semanas. Trata-se de um AmazonPC comprocessador Turion TL-50, 2GB de RAM, HD 160GB, com chipset, placa de vídeo e wireless da nvidia. Ele veio com o Windows Vista Home Premium que eu solenemente ignorei, reduzindo-o a uma pequena partição em dual boot (só para constar) e instalei o kurumin 7, que uso como sistema principal desde 2006, quando comecei a usar o Linux (naquela época usava a versão 6.1). Porém ele não reconheceu minha placa wireless, me obrigando a usar o driver para Windows com o ndiswrapper (um utilitário que permite ativar a placa usando o driver para Windows XP). Resolví então testar a nova versão, Kurumin NG. Só que a rede wireless nunca funcionou bem nesse sistema, a conexão até era estabelecida, mas caia poucos minutos após ser efetuada e não podia mais ser reconectada.
Instalei então o sistema da própria Amazon, o ONESOS, uma customização do Kubuntu 8.04 para as máquinas da AmazonPC. O sistema é muito bom e atende a minhas necessidades, mas fiqui invocado por não poder usar uma distro genérica.
Resolví instalar o Ubuntu na terceira partição do notebook, que estava livre. Usei o Ubuntu e não o KUbuntu para usar um pouco o Gnome, pois estou meio "viciado" no KDE, principalmente por influência do excelente Kurumin 7, que segue firme e forte como sistema principal no meu micro desktop.
Fiquei impressinado com a facilidade de configuração da rede wireless do novo ubuntu. De quebra ele resolveu um probleminha na tela que observei no ONEOS. Quando entra no protetor da tela a mesma volta ilegível, provavelmente por estar com frequência errada. A solução é teclar CTRL+ALT+F1 para ir para o modo texto (ainda ilegível) e CTRL+ALT+F7 para voltar ao X, normalizando a apresentação da tela.
No novo Ubuntu não tem nada disso e o sistema roda feito uma uva... Parabéns à Canonical.

Sexta-feira, Novembro 14, 2008

Vicenza: Uma jóia do Veneto


Na região do Veneto, Itália as cidades mais famosas são Veneza, Padova e Verona. Uma pequena cidadezinha localizada entre Padova e Verona é bem menos conhecida, porém em minha opinião é mais bonita e mais interessante que suas duas vizinhas maiores e mais conhecidas.
Com Veneza nada se compara, de modo que vou deixar essa que é a cidade mais diferente (e provavelmente a mais bela) do mundo de fora dessa comparação.
Através do site oficial da cidade podemos ter uma idéia de como é essa verdadeira jóia do Veneto.

Quinta-feira, Novembro 13, 2008

Uma força na língua de Dante


O site Virgílio Parole tem diversas ferramentas para quem quer aprender Italiano, ou simplesmente tirar uma dúvida.

Trata-se de um portal com links para um dicionário, conjugação de verbos, corretor ortográficos, etc... TEm até um link para uma lista de dicionários italiano-português on-line.

Acho que no Brasil deveríamos ter um portal de referência em língua portuguesa na versão brasileira, com ferramentas desse tipo para promover o conhecimento de nossa língua.

Quarta-feira, Novembro 12, 2008

Aniversário

Hoje é meu aniversário... Faço 47 anos!!!!!

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